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Reforma Política

Reforma Política no Brasil

Que todos estamos insatisfeitos com as atuais formas de governo do nosso país é uma verdade. Pesquisas feitas pela Fundação Perseu Abramo, constatou que a maioria da população brasileira é favorável a uma reforma política. Ou seja, não dá mais para ficar do jeito que está e todos sabemos disso.

As manifestações no meio do ano passado mostraram que alguns que estavam ali presentes apoiavam fielmente a ideia de que o povo não se sente representado pelo atual Congresso Nacional.

Note que eu digo alguns (grande maioria) pois ao presenciar alguns dias de manifestações, pude notar que certa parte da população estava lá mais pela “festa” e pela vontade de esbravejar algumas palavras de “revolução” e patriotismos até certo ponto forçado por eles mesmos do que realmente expressar sua indignação à respeito do nosso atual governo.

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Mas visando que a grande maioria estava falando sério e interpretando isso como uma verdadeira realidade a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propôs uma iniciativa popular de Reforma Política. Foram reunidas mais de cem entidades da sociedade civil brasileira para este fim. Neste mesmo tempo, os movimentos sociais reunidos propuseram um Plebiscito Popular para que todos os brasileiros que quiserem possam votar pedindo a Reforma Política.

Para esclarecer as diferenças entre essas duas iniciativas é a seguinte: As entidades confiam no atual Congresso a tarefa de reformar essa nossa Constituição. E honestamente, eu não confiaria ao” velho” o ato de criar o “novo”. Não que não tenham competência, mas é que estamos com o pé a trás quando se trata de confiança no governo.

Já os movimentos sociais pensam que será muito difícil os atuais congressistas votarem contra eles mesmos e ir de encontro com seus interesses. Por isso, a ideia é de que possamos eleger uma Assembleia Constituinte, Exclusiva e Soberana para fazer a Reforma Política.

Ai é que entra a grande força do povo, a CNBB e as organizações que tinham proposto a Iniciativa Popular, assinaram um documento que expressa que as duas propostas se completam. Por isso, apoiam também o Plebiscito Popular que foi realizado do dia 01 a 07 de setembro. Nessa semana o povo votou para tornar o Brasil um país liberto de todo domínio econômico abusivo de empresas privadas. Sendo essa uma iniciativa apartidária, ou seja, não tem vínculos com as campanhas dos candidatos ou partidos políticos. Por incrível que pareça, nenhum dos grandes meios de comunicação colabora com esse instrumento de educação do nosso povo, por isso, os únicos que podem ajudar somos nós mesmos!

Então se você também quer viver em um país mais igualitário e não ficar a mercê do velho governo, vamos ficar na torcida mais uma vez para que a reforma política seja empregada com sucesso e termos um governo que mereça nos representar.

 

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