Novas Regras da Maternidade do SUS

Novas Regras da Maternidade do SUS para um parto mais humanizado

Dar a luz é uma coisa muito séria e os cuidados com a saúde do bebê nas primeiras horas de vida são muito importantes para dar uma melhor condição  de vida a ele e também para a mãe.

Foi pensando nisso que a maternidade do SUS passou a ter novas regras para um parto mais humanizado.  O Ministério da saúde oficializou em maio, o direito da mulher ao parto humanizado em toda rede pública do SUS, o que aumenta o primeiro contato da mãe com o filho. Algumas das recomendações dessa nova regra são que, o bebê saudável, com a respiração normal, deve ser colocado sobre o peito da mãe, de acordo com sua vontade, em um ambiente aquecido, para ter esse primeiro contato pele-a-pele. A primeira amamentação deve ocorrer na primeira hora de vida da criança, pois isso ajuda a mãe acelerando na descida do leite que evita complicações pós-parto para ela, além de ajudar o bebê com os nutrientes necessários para esse momento inicial da vida.

Os tradicionais e necessários exames físicos, pesagens e outros procedimentos médicos, devem ser feitos após esse primeiro contato da mãe com o bebê.

Maternidade

O coordenador da Saúde da Criança do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, esclarece que os benefícios dessas medidas afetam não só o aspecto psicológico, como reduzem os riscos de anemia e desnutrição.

Para os recém-nascidos com problemas respiratórios, abaixo do peso ou com alguma outra complicação, a portaria disse que devem seguir os procedimentos do Programa de Reanimação Brasileira de Pediatria, de 2011 para que ocorra tudo bem e o recém nascido receba os cuidados necessários.

A unidade de saúde deverá contar obrigatoriamente com um profissional médico ou de enfermagem treinada em reanimação neonatal de acordo com orientação da Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno (CGSCAM) do Ministério da Saúde.

A nova regra contribuirá para reduzir a mortalidade neonatal, que é um dos objetivos principais objetivos da Rede Cegonha, criada em 2011, com a meta de incentivar o parto normal e humanizado, para intensificar a assistência à saúde da mãe e da criança. Passando por todos os estágios da gravidez, desde o seu descobrimento até o segundo ano de vida do filho. A Rede Cegonha esta presente em mais de 5 mil municípios de todos os estados do país, e atende a 2,6 milhões de gestantes. Desde o lançamento da Rede, já foram investidos mais de R$ 3,3 bilhões para o desenvolvimento de ações em todo o país.

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